Pastora vira ré por discurso racista e homofóbico

Ela é acusada de realizar discurso racista e homofóbico ao orientar féis que parassem de postar “coisa de gente preta, de gay”

Por Redação, Gmais Brasil 09/09/2021 - 11:00 hs

O juiz Marcelo Alberto Chaves Villas, titular da 2ª Vara Criminal de Nova Friburgo, acolheu a denúncia do Ministério Público, sexta-feira passada, contra a pastora Karla Cordeiro dos Santos Tedim por racismo qualificado.

Ela é acusada de realizar discurso racista e homofóbico ao orientar féis que parassem de postar “coisa de gente preta, de gay”. O magistrado entendeu que, no ato, houve a prática de indução e incitação ao preconceito e à discriminação contra pretos e pertencentes da comunidade LGBTQIA+

Para o juiz, o discurso de Karla "perpassa, sim, a noção inicial de que a intenção da agente seria, de fato, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça e cor, bem como o preconceito ou a discriminação de grupos identificados pelo ponto comum da vulnerabilidade com o movimento LGBTQIA+".